Guardiões do Templo Místico

Desvendando o Indesvendável

terça-feira, maio 12, 2015

Pai Nosso? Não, é só MEU!

Pai Nosso? Não, é só MEU!



Escutamos várias formas de rezar/orar o Pai Nosso:

Algumas análises:

"Pai nosso, que estais no céu"

Não trinitarianos (contrários a Santíssima Trindade) podem tomar essa linha referente ao posicionamento de Deus como pai de toda a humanidade, incluindo Jesus a quem é normalmente posicionado como o filho.

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "Pai nosso do céu!":
- no Antigo Testamento existem precedentes de referir-se a Deus como Pai;

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que diz que a tradução literal dessa frase seria: "Pai nosso, aquele nos céus":
- a expressão "nos céus" corresponde a um modo de expressão semítico que afirma que Deus está em lugar onde domina a terra inteira;
- outra tradução possível para a frase seria: "Pai celeste, nosso Pai";

"santificado seja o Vosso Nome"

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "Seja respeitada a santidade a santidade do teu nome":
- santificar não é dar, mas reconhecer;

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduz essa frase como: "dá a conhecer a todos quem tu és":
- a tradução literal seria: "que o teu nome seja santificado";
- o "Nome" de Deus é um termo bíblico tradicional para designar respeitosamente o seu "ser", principalmente nos textos cultuais, portanto, "Santificar" a Deus ou o seu "Nome" é uma expressão bastante empregada na Bíblia e no judaísmo;

"venha a nós o Vosso Reino"

O pedido para que o Reino de Deus venha é geralmente interpretado como uma referência à crença, comum na época, que a figura do Messias traria o Reino de Deus. Tradicionalmente, a vinda do Reino de Deus é visto como um dom divino recebido na oração, e não uma conquista humana.

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "venha o teu reinado":
- o reinado de Deus é o exercício de seu poder;
- deve-se pedir a vinda do Reino pois é um processo que se manifestou primeiramente em Jesus e também deve se manifestar em nós;

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduz essa frase como: "faze com que venha o teu Reinado":
- a tradução literal seria: "que o teu Reinado venha";
- pede-se que o Reinado inaugurado por Jesus se manifeste e seja definitivamente reconhecido por toda a terra;
- a expressão "Reinado dos Céus" não designa um "reino celeste", mas o Reino Daquele que está nos céus (cf. Mateus 5:48, Mateus 6:9 e Mateus 7:21) sobre o mundo;

"seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu."

A Bíblia de Jerusalém observa que essa frase pode ser um acréscimo proposto por Mateus, pois não consta na versão da oração apresentada em Lucas 11:2-412 e a correlação temática da parte final desse versículo com: Mateus 7:39, Mateus 21:31, Mateus 26:39, Mateus 26:42 e Daniel 4:32;

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "cumpra-se o teu designo na terra como no céu", observa que cumprir o desígnio equivale a exercer o reinado;

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduz essa petição como: "faze com que se realize a tua vontade, na terra, à imagem do céu", observa que:
- a tradução literal seria: "que tua vontade se realize como no céu assim na terra";

"O pão nosso de cada dia nos dai hoje"

A Bíblia de Jerusalém destaca o paralelismo/correlação temática desse versículo com: Lucas 11:3, Provérbios 30:8-9 e João 6:32-35:
- outras traduções possíveis seriam: "pão necessário à subsistência" ou "pão de amanhã", ou seja, deve-se pedir à Deus nada mais do que o sustento indispensável à vida material;
- os Padres da Igreja associaram esse texto à nutrição da fé (o pão da palavra de Deus e o pão eucarístico) com base em João 6:22-35;

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "dá-nos hoje o pão de amanhã":
- existem dúvidas sobre o significado do termo: "epiousion", encontrado nos manuscritos mais antigos, e nesse contexto a Vulgata traduziu o termo, no Evangelho segundo Mateus como "supersubstantialem" e no Evangelho segundo Lucas como "quotidianum", e, nesse contexto surgem duas interpretações: o pão empírico cotidiano dado a todo vivente (cf. Salmos 136:25); e o pão do amanhã escatológico (cf. João 6:);

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduziu essa petição como: "Dá-nos hoje o pão que precisamos":
- diante da dificuldade para traduzir o adjetivo em grego que qualifica o pão solicitado, pois trata-se de palavra que não é empregada em nenhum outro lugar do Novo Testamento, preferiu-se traduzi-lo como: "(pão) de que precisamos";

"E perdoa-nos as nossas dívidas como também nós perdoamos aos nossos devedores."

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "perdoa nossas ofensas como também nós perdoamos aos que nos ofendem":
- o texto original emprega o termo "dívidas", também empregado em Romanos 13:8 e em Mateus 18:27-34;

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduziu essa petição como: "perdoa-nos as nossas faltas contra ti, como nós mesmos temos perdoado aos que tinham faltas contra nós":
- a tradução literal seria: "perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado àqueles que nos deviam";
- a dívida é uma obrigação especialmente grave no mundo antigo, tanto que podia dar causa a perda da liberdade (cf. Mateus 18:23-35);
- esse termo é empregado no judaísmo para designar a situação do homem diante de Deus, de quem é devedor insolvente (estado de pecador, cf. Lucas 13:2-4);
- esse perdão aos irmãos não compra o nosso perdão perante Deus, mas revela a sinceridade de nosso pedido;

"E não vos submetas à tentação,"

A Bíblia de Jerusalém destaca o paralelismo/correlação temática da primeira parte desse versículo com: Lucas 11:4, Mateus 26:41 e João 17:11; e observa19 que a tradução apresentada é equivocada, pois embora Deus nos submeta à provação, não tenta ninguém (cf. Tiago 1:12 e I Coríntios 10:13).

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "não nos deixe sucumbir à prova":
- a provação é condição de todo homem, inclusive do religioso (cf. Eclesiástico 2:1-5, Eclesiástico 2:1-5 e Sabedoria 3:5), portanto, não cabe pedir para não estar sujeitos às provas, mas de ter força para superá-las (cf. Mateus 26:41);

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduziu essa petição como: "e não nos introduza na tentação":
- a tentação nesse versículo não se confunde com o tipo de prova ao qual Deus submeteu à Abraão (cf. Gênesis 22:, I Macabeus 2:52, Eclesiástico 44:20, Jubileus 17:16 (Livro dos Jubileus) e Hebreus 11:17) ou o seu próprio povo (cf. Êxodo 15:22-25, Êxodo 16:2-4, Êxodo 20:20, Deuteronômio 8:2-5, Deuteronômio 13:4, Juízes 2:22, Juízes 3:1-4 e Sabedoria 11:1-14);
- trata-se da tentação que vem do próprio Satanás que procura por a perder àqueles que são tentados (cf. I Coríntios 7:5, Tessalonicenses 3:5, I Pedro 5:8-9, Apocalipse 2:10, Lucas 4:2-13, Lucas 8:12-13 e Lucas 22:31);
- no Novo Testamento nunca se diz que Deus tenta (cf. Tiago 1:13), entendimento que já existia no Antigo Testamento (Eclesiástico 15:11-12);
também seria possível traduzir como: "faze que não entremos na tentação", ou seja seria um pedido para nos preservar de cair nas intenções do tentador (cf. I Timóteo 6:9);
"mas livra-nos do Maligno."

A Bíblia de Jerusalém destaca o paralelismo/correlação temática da segunda parte desse versículo com: Mateus 13:19, Mateus 13:3821 , João 17:15, I João 2:14 e II Tessalonicenses 3:3:
- essa frase pode ser um acréscimo proposto por Mateus, pois não consta na versão da oração apresentada em Lucas 11:2-421 ;
- algumas versões da oração acrescentam: "Porque a ti pertencem o Reino o Poder e a Glória pelos séculos. Amém"22;

A Bíblia do Peregrino, que traduz essa frase como: "livra-nos do maligno", observa que o maligno é o tentador, que na provação tenta provocar a queda, é o Satã, a serpente que tentou Eva;

A Tradução Ecumênica da Bíblia, que traduziu essa petição como: "mas livra-nos do Tentador":
- a tradução literal seria: "mas livra-nos do mal" (mal não personificado - cf. Mateus 5:11 (perseguição), Mateus 6:23 (escuridão) Mateus 6:23 ou (todo o mal) II Timóteo 4:18) ou "do Maligno" (mal personificado - cf. Mateus 13:19), Mateus 5:37, Mateus 13:38, João 17:15 e II Tessalonicenses 3:3).

Há, nos dias atuais, uma versão da oração rezada incorretamente em português, onde os "Céus" estão no singular e ocorre a omissão do pronome oblíquo átono da 1ª pessoa do plural "nos".

Algumas outras versões: 







De todas as possibilidades de Pai Nosso, por mais que a frase na ponta da língua de que no final tudo vai para o mesmo Deus, o Pai é orado no singular por cada religião-doutrina por acreditarem que a sua oração está na forma correta em palavras que leva a compreensão verdadeira de Deus.

Vosso/Teu, Dívidas/Ofensas/Culpa, Estás nos céus/ Estás em toda parte, Amém/Que assim seja, qual a diferença dessas palavras? Apenas são palavras acrescentadas ou sinônimos para dar uma explicação a mais ao que se pronuncia, e claro, “diferenciar” das outras orações.

Cada religião-doutrina vê de forma diferente ou a forma de explicar as passagens da bíblia e acaba refletindo no contexto geral, o que não passa em descrever os ensinamentos de sua religião em como entende, imagina.

O problema é que as pessoas julgam demais o que não conhecem ou acreditam ter conhecido. Só por que na bíblia disse pato que realmente está falando no pato. Antigamente as pessoas utilizavam muitas palavras simbólicas, se pegássemos uma pessoa de antigamente e colocássemos para conversar com alguém do presente mesmo falando a mesma língua haveria uma dificuldade de compreensão. Por exemplo Adão e Eva, onde Adão foi criado do barro e Eva criada da costela de Adão – barro e costela tem um significado figurativo, simbólico além de possuem significados ocultistas que no contexto histórico ganha sentido se não forem entendidos como barro e costela.

A pessoa com sua fé cega, acha que freqüentar a igreja, ter uma bíblia, crer em Deus/Jesus, viver a vida em torno do mesmo ritual é ser religioso, uma hora aparece outra mostrando uma frase maior para a frase curta que decorou e acredita que faz sentido para sua vida. Assim acontece no nosso presente com o movimento “espiritualista” entre aspas para não dar outro nome e para entendimento maior a quem lê, dizem ser espiritualistas por acreditarem que outras religiões são materialistas e absurdas nas compreensões e explicações do evangelho e nem ao menos conseguem compreender o sentido da linguagem. Por isso que existem muitos “ex” de tudo por aí dando seus testemunhos.

Como vimos no começo um pouco da análise do Pai Nosso, muitas palavras traduzidas foram de acordo com a compreensão de cada tradutor (o que acontece muito na bíblia também), pois uma palavra em grego, por exemplo, pode ter vários significados que podem comprometer totalmente o significado do contexto, nem a forma mais antiga é traduzida fielmente da anterior e só aparecem significados novos de compreensão da que foi traduzida anteriormente, o que quer dizer que a mais nova que surgir sempre estará mais distante da original por ser baseada na anterior já traduzida.


No final acabam partindo da mesma estrada (mesma base teosófica) pega algum atalho (formas novas de falar, explicar) e voltam para a estrada novamente (e por carregarem bagagem dos atalhos acreditam ser a verdadeira por ter mais peso de quem viaja em linha reta).

sábado, março 14, 2015

A retirada da reencarnação no 2º Concílio de Constantinopla

A retirada da reencarnação no
2º Concílio de Constantinopla



Há o rumor de que a reencarnação foi retirada da bíblia no 2º Concílio de Constantinopla por Justiniano e sua mulher Teodora. Teodora, filha de um guardião de ursos, que se tornou amante e mais tarde a esposa do Imperador bizantino Justiniano. Ele, um teólogo que queria saber mais que teologia do que o papa. Sua mulher, a imperatriz Teodora, foi uma cortesã e se imiscuía nos assuntos do governo do seu marido, e até nos de teologia. Contam alguns autores que, por ter sido ela uma prostituta, isso era motivo de muito orgulho por parte das suas ex-colegas. Ela sentia, por sua vez, uma grande revolta contra o fato de suas ex-colegas ficarem decantando tal honra, que, para Teodora, se constituía em desonra. Para acabar com esta história, mandou eliminar todas as prostitutas da região de Constantinopla – cerca de quinhentas. Como o povo naquela época era reencarnacionista, apesar de ser em sua maioria cristão, passou a chamá-la de assassina, e a dizer que deveria ser assassinada, em vidas futuras, quinhentas vezes; que era seu carma por ter mandado assassinar as suas ex-colegas prostitutas. O certo é que Teodora passou a odiar a doutrina da reencarnação. Como mandava e desmandava em meio mundo através de seu marido, resolveu partir para uma perseguição, sem tréguas contra essa doutrina e contra o seu maior defensor entre os cristãos, Orígenes, cuja fama de sábio era motivo de orgulho dos seguidores do cristianismo, apesar de ele ter vivido quase três séculos antes. Como a doutrina da reencarnação pressupõe a da preexistência do espírito, Justiniano e Teodora partiram, primeiro, para desestruturar a da preexistência, com o que estariam, automaticamente, desestruturando a da reencarnação. Em 543, Justiniano publicou um édito, em que expunha e condenava as principais ideias de Orígenes, sendo uma delas a da preexistência. (Fonte: http://bvespirita.com/Reencarna%C3%A7%C3%A3o%20no%20Conc%C3%ADlio%20de%20Constantinopla%20(Paulo%20Neto).pdf)

Hoje em dia tudo que se refere a espírito, mediunidade, acreditar em vida após a morte é ser espírita, até mesmo em se referir a um século distante colocando palavras e pensamentos que não existiam na época, assim como referir a doutrina da reencarnação àquela época. Reencarnação é uma palavra moderna. Nessa época, as influências religiosas estavam bagunçadas, assim como a política. Os romanos sempre foram detentores de outras culturas, como a grega, as orientais e até a helenística. Platão e Pitágoras tiveram influências de outras culturas, assim como as orientais em suas jornadas de conhecimento, assim trouxeram o conhecimento do renascimento, karma, transmigração, metempsicose. Mas não era tão novo assim, no ocidente já existiam tribos que acreditavam em renascimento, ligações de vidas passadas, conhecidos como pagãos. Cada vez que os romanos avançavam o território, mais culturas eram agregadas.

Dizer que Orígenes era um sábio dando a ênfase que era o orgulho dos seguidores do cristianismo para justificar a origem da reencarnação como se fizesse parte da cultura cristã, como foi dito anteriormente, a crença no renascimento, na transmigração tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas, milhares de anos antes de Cristo, de culturas politeístas. A base nessa crença era: os seres humanos possui alma que pode ser separada do corpo durante o sono e permanentemente na morte e que a alma pode ser transferida de um organismo para outro. Sobre a história de Orígenes (Orígenes de Cesareia ou ainda Orígenes o Cristão, foi um teólogo, filósofo neoplatônico patrístico e é um dos Padres gregos.) nesse momento da história, afirmava que a metempsicose (transmigração) "é totalmente alheia à Igreja de Deus, não ensinada pelos Apóstolos e não sustentada pela Escritura", distinguiu três níveis de leitura das escrituras: 1- o Literal 2- o Moral; 3- o Espiritual (qualquer semelhança literal de Kardec: ciência, filosofia e religião não é mera coincidência) e cada um destes níveis indica um estado de consciência e amadurecimento espiritual e psicológico. Os Neoplatônicos acreditavam na perfeição humana e que a felicidade era atingível neste mundo, sem esperar uma vida após a morte (Judaísmo). Orígenes defendia que na santíssima trindade Deus era a primeira pessoa e o Filho de Deus a segunda pessoa, contrário a santíssima trindade que era e é a mesma pessoa, discussão que dividiu a igreja cristã desde um pouco antes do Concílio de Nicéia (325 d.c) até depois do Primeiro Concílio de Constantinopla em 381.(Ver mais em Reencarnação)

Sobre Teodora, a mesma história da prostituta causando alvoroço (Maria Madalena), a mulher impura que muda a história (Eva) e Justiniano só quis fazer os caprichos da esposa, não foi nada sobre política ou poder na verdade e ponto final.  Naquela época, tantas culturas em um mesmo lugar, a política enfraquecida, o que melhor do que definir a política em uma só função religiosa para que possam falar uma mesma língua e o povo entender e obedecer?!

A única concordância dessa “lição de conhecimento” é no que diz a alteração para a religião cristã até os dias de hoje foi por achar que a crença num inferno eterno seria mais conveniente para coagir as pessoas a conversão, e realmente foi mesmo. Em cada esquina um altar para uma deidade diferente para um governo só, precisaria tornar o povo em uma só cultura, já que havia uma resistência por parte dos “cristãos” em obedecer a seu novo líder e religião, que por vez os que já tinham por parte a crença no renascimento, na transmigração, povos que já estavam dominados, sendo mais fácil em moldá-los, a vantagem e melhor estratégia depois de um tempo perseguindo os cristãos era o de se juntar a eles. Religião sempre foi política, dê ao povo o que quer e não que necessita, se não fosse não existiria o catolicismo e muito menos o espiritismo.

A religião cristã nada mais é que o mais proveitoso de várias culturas, exemplos:

- Na Grécia acreditava-se num submundo para onde os espíritos dos mortos iam após a morte. Se um funeral nunca fosse realizado em homenagem ao morto, acreditava-se que o espírito desta pessoa nunca conseguiria chegar ao submundo e permaneceria assombrando o mundo, como um fantasma, para sempre. – Cerimônia fúnebre

- Uma das principais áreas deste mundo inferior era conhecido como Hades, e era governado por um Deus, também chamado de Hades. Outro reino, chamado Tártaro, era o local para onde acreditava-se que iam os amaldiçoados, um local repleto de tormentos. Um terceiro reino, o Elísio, era um local agradável onde os mortos virtuosos e os iniciados nos cultos de mistério habitavam. – Céu, inferno e purgatório.

- Tríade: corpo, mente e espírito; terra, céu e mar; passado, presente e futuro - Pai, filho e espírito santo

E querer dizer que houve uma perseguição aos cristão e aos ensinamentos de Orígenes sobre reencarnação, até hoje nunca se ouviu falar em perseguição reencarnacionista, perseguição cristã era por outros motivos, como o que já está sendo abordado.

Enquanto querem colocar o questionamento de quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, a humanidade primitiva, o que veio primeiro e não como significado de ignorante, já tinha um conhecimento muito mais avançado seja na questão tecnológica e espiritual, o que até hoje nem a própria “razão” dos “amigos” espirituais explicam e só ficam a dizer o que rodeia o cristianismo, a Era da decadência humana, a Era que ainda pertencemos.

Primórdios, os vários monumentos que ninguém consegue explicar como fizeram, a energia em torno desses lugares, lugares que ligam todos os pontos estratégicos que levam até o universo. Espíritas enchem o peito com orgulho do que falam para o conforto emocional por se sentirem “cristãos que seguem o verdadeiro caminho de Jesus”, diferentes dos “cristãos do cristianismo” por acharem que sabem mais sobre Jesus e por conseguirem dar uma resposta sem a mesmice do cristianismo de “não existe”, “porque Deus quer assim”, através de pesquisas, pois hoje em dia ninguém mais se contenta com uma resposta curta por estarmos em uma era em que a humanidade se acha evoluída o bastante por ter saído da resposta do sim para o “sim, porque é”. Mas é trocar seis por meia dúzia, troca-se apenas o lado do vinil, já que dizer “porque sim” não é mais satisfatório para uma resposta, é só mencionar histórias, datas, nomes que já fica com ar de resposta sábia e como ir atrás de fatos não é simplesmente fazer a busca por um nome que vai vir a resposta mastigada, você se torna o mais sábio e verdadeiro.

Reencarnação está mais para Kardec do que qualquer outra cultura, por mais parecida que seja. Enquanto outros são apenas religião, o espiritismo é religião, filosofia e ciência, mas sinto dizer que enquanto ser religião vai enfiar os pés pelas mãos na filosofia (ou moral) que vai avacalhar a ciência. Ciência e espiritualidade andam juntas, se ser espiritual entra moral e religião emprestada, não vai longe. Ser espiritual não é ter sessão espírita, escrever cartas, acreditar em vida após a morte, ter conforto/carência emocional ou ter amor platônico por Jesus; ser espiritual ou espiritualidade é compreender, sentir, vivenciar, voltar a sua essência, equilíbrio, saber quem você é, como você é, trabalhar o seu Eu e nada tem a ver com os livros de autoajuda: quem sou?, para onde vou? (só porque não tem o nome na capa não quer dizer que não seja).

No fundo é sempre o mesmo rodeio, as pessoas buscam o melhor para sim, mas infelizmente o que buscam é sob o anseio em saber o que desconhecem, o medo de ficar fora do controle do que desconhecem e a morte é o que mais incomoda a humanidade, ninguém quer ir para o inferno, todo mundo quer ser bom, pois ser bom é sinônimo de estar no reino de Deus e Ele sendo o rei, quem estiver ao lado é privilégio. A busca espiritual está deturpada há muito tempo, quem vive uma vida espiritual não tem dogmas, moralidade, se distingue do que é normal, ajuda quando se faz necessário, não designa seu modo de pensar como um seguimento padrão, não cria um novo seguimento, pois o mundo espiritual sempre existiu.

No Judaísmo, base do cristianismo primitivo, não há referência à reencarnação e nem diz sobre o que há além da morte, só depois por parte dos fariseus que uma parte assimilaram as doutrinas da imortalidade da alma, da ressurreição e do juízo final (após o exílio em Babilônia, misturas de cultura, procurem por religião babilônica que nada vai ter com reencarnação kardecista).

Reencarnação kardecista, não é à toa que assim também é chamado, por ser uma tangente de culturas primitivas mais próximas à essência da humanidade e que criou o seu modo de ver sobre o que já foi mais real.

Para quem quer saber mais do que estamos falando, além de irem atrás de outras fontes, leiam os textos também, além dos que foram citados no meio do texto:




sexta-feira, maio 23, 2014

ILLUMINATI , QUEM SERIA O LÍDER DELES NO BRASIL ?

ILLUMINATI , QUEM SERIA O LÍDER DELES NO BRASIL ?



Há tempos muita gente se esforça para denunciar os planos Illuminati para a instauração da Nova Ordem.
Governo Único, Moeda Global, Redução da População e Fim das Liberdades Pessoais.
Tanto esforço fez com que muitos acordassem para a verdade, mas, o reverso da moeda, foi fazer o assunto virar papo de maluco, de conspiracionista que não tem o que fazer.

Paciência. Os homens rejeitam qualquer possibilidade de estarem sendo manipulados, muito embora a história mostre que a “Vida de Gado” foi o que sempre norteou os governos a conduzirem o rebanho humano à condições de escravização consentida.
É exatamente como vivemos ainda hoje: uma Vida de Gado, escravos de um sistema corrupto que nos manipula a servi-lo.
Mas, as coisas estão prestes a mudar...para pior. A Nova Ordem chegou !
O Novus Ordo Seculorum, a nova ordem dos séculos, o governo dos governos, vem sendo implantado ao longo de muitas gerações com a finalidade do grande golpe final, que será a tomada total do planeta.

Somos, enfim, sete bilhões de pessoas no mundo. Sete é o número da perfeição.
É a hora certa para o resgate e entenda-se por isto que 6,5 bilhões de pessoas devem ir embora daqui...

Há sinais nos céus, na Lua e nas estrelas.Os terremotos estão mais violentos, o bramido das ondas ecoa pelo planeta, o desamor infesta as famílias, os vulcões explodem, chuvas inundam tudo, secas prolongadas e um cometa entrou no sistema solar trazendo consigo algo que ninguém sabe o que é.
Precisamos de mais alertas ?

Se você procurar e pesquisar sobre a Ordem Illuminati, em busca de nomes e rostos, vai sempre encontrar uma enxurrada de nomes de celebridades e políticos famosos, só que na realidade , não é assim que a coisa funciona...isso é pura desinformação, induzindo o observador desatento, a olhar para direção oposta...ignorando a origem da realidade.

Estas celebridades (cantores, grupos musicais,atores e famosos), usam em seus trabalhos (vídeoclipes, fotos , letras de música etc...) a simbologia da desinformação sem a consciência do intuito, e sim por que da mesma maneira que o restante da população mundial, acha que são símbolos válidos...significativos... misteriosos, não com a ideologia por trás destes, mas sim, por achá-los enigmáticos e chocantes , tendo como referencia o suposto significado e referencia (Maçonaria/Illuminati), não porque pertençam à uma (Maçonaria) ou a outra (Illuminati), mas só com o objetivo de chocar, causar polêmica...e portanto...virar notícia, divulgar seu trabalho, com um único objetivo...o lucro financeiro causado pela exposição na mídia, e devido a curiosidade inerente ao ser humano, aumentando assim suas vendas.

Um verdadeiro Illuminati deve agir de maneira sutil, discreta e difusa no meio social, infiltrado nos mais diversos setores da sociedade...setores estratégicos, nos quais possam influenciar e tomar decisões que afetem as populações locais, regionais, nacionais e mundiais. 

A Maçonaria e a Ordem Illuminati, são sementes provenientes da mesma árvore, pois uma complementa a outra. 

Há no Brasil um que diz ser o  líder Illuminati, seu nome é Flávio Kotrin , ele é de São Paulo e dirige a Fundação Delta , que atua na área de pesquisas em ciência e tecnologia, mais especificamente, em nanotecnologia, genética humana e biotecnologia. Este como líder Illuminati, é responsável pelo setor de Inteligência e Contra-inteligência que coordena a segurança das Ordens e Lojas Maçônicas e Illuminati. É um homem extremamente ardiloso e poderoso, que tem contatos políticos , religiosos e institucionais.

Você nunca verá um verdadeiro Illuminati se expondo desnecessariamente, eles estão sempre nos bastidores...influenciando...induzindo...são mestres do ardil e da coerção. 
Fala mais sobre o Flávio Kotrin. Procurei referencias sobre ele, e realmente achei poucas. Até foto é difícil. 

O Segredo Illuminati
Os Illuminati e suas ideologias e metas, são o resultado de uma cisão de um acordo de cooperação entre ordens iniciáticas ocorrido há mais de 1.500 anos.
Tal separação ocorreu em 425 d.C , como resultado de diferenças de crenças e metas, até então compartilhados entre : Maçonaria, Priorado de Sião, Iluminati , Sentinelas e a Família.

A Lenda Urbana
Foi criada uma lenda urbana referente a origem dos Illuminati, que seriam provenientes da Bavária, fundada em 1776 por um Jesuíta Adam Weishaupt… isto simplesmente não é um fato, pois os Illuminati são muito mais antigos, e de forma alguma sua origem é Bávara, e tão pouco vem do século XVIII.

Ideologias e Metas
Após a cisão, a Ordem Illuminati apurou seu foco na fusão do Oculto com a Ciência e Tecnologia. Assim, incentivando e investindo recursos na pequisa e aplicação de novas descobertas e tecnologias, nas mais variadas áreas.
Parte de seus recursos são provenientes de patentes, que vão do microchip à processos bioquímicos.
No Brasil há um líder illuminati, seu nome é Flávio Kotrin, é diretor da Fundação Delta, que investe e faz pesquisas em Ciência e Tecnologia. Entre as quais estão ; Genética (DNA humano) e nanotecnologia, entre outros. Sua sede fica em São Paulo – capital

O nome dele é relacionado a muita coisa sobre magia, ocultismo, tudo ao redor.

Realmente uma pessoa de influência longe dos olhares da mídia.